novembro 27, 2004

Poemas no asfalto

Não resisti quando, no meio do caminho, vi este tão singelo paradoxo iconográfico ao olhar para o chão. É preciso arrancar poema do asfalto, é preciso renascer dos excrementos urbanos. É preciso, ainda, manter o olhar suave como uma folha amarela de amendoeira, que cai sem sequer perceber.

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Posted by meraluz at novembro 27, 2004 02:07 PM