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Meraluz's Production

Vamos falar de vida !

Mas qual é mesmo a melhor maneira de falar dessa Senhora?

Ah, lembrei ! É VI-VENDO!



 

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Poema XXVII, in Poemas do Irremediável
- Paschoal Carlos Magno

Sei que a promessa não será cumprida,
à medida que teus passos se afastam,
sei que não voltarás à minha vida...

Se tivesse coragem de gritar
"Pára", talvez ainda me ouvirias
como ouço teu começo de viagem...

Mas não: dia a dia
devo assistir
a chegada consciente da distância...
---------------------------------------

Outro poema:

Oh, yes! - Charles Bukowski

there are worse things than
being alone
but it often takes decades
to realize this
and most often
when you do
it's too late
and there's nothing worse
than
too late.

 



Presente da Cacau para uma aquariana:

When the Moon is in the Seventh House
And Jupiter aligns with Mars
Then peace will guide the planets
And love will steer the wars
This is the dawning of the
Age of Aquarius
The Age of Aquarius
Aquarius!
Aquarius!



 



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novembro 30, 2004 01:55 AM Rádio Meraluz - De todas as maneiras 

Chico Buarque

De todas as maneiras
Que há de amar
Nós já nos amamos
Com todas as palavras feitas pra sangrar
Já nos cortamos
Agora já passa da hora
Tá lindo lá fora
Larga a minha mão
Solta as unhas do meu coração
Que ele está apressado
E desanda a bater desvairado
Quando entra o verão

De todas as maneiras que há de amar
Já nos machucamos
Com todas as palavras feitas pra humilhar
Nos afagamos
Agora já passa da hora
Tá lindo lá fora
Larga a minha mão
Solta as unhas do meu coração
Que ele está apressado
E desanda a bater desvairado
Quando entra o verão

 

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meraluz at
novembro 30, 2004 01:55 AM

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novembro 27, 2004 02:07 PM Poemas no asfalto 

Não resisti quando, no meio do caminho, vi este tão singelo paradoxo iconográfico ao olhar para o chão. É preciso arrancar poema do asfalto, é preciso renascer dos excrementos urbanos. É preciso, ainda, manter o olhar suave como uma folha amarela de amendoeira, que cai sem sequer perceber.

folha.jpg

 

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meraluz at
novembro 27, 2004 02:07 PM

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novembro 14, 2004 05:18 PM Os "apaixonados", esses chatos... 

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Que me perdoem os arautos das paixões, mas devo confessar que todo apaixonado é um grandissíssimo chato, quando fora do contexto "Eu e Você; Você e Eu". Já devo ter sido irremediavelmente chata alguma vez na vida. Obviamente, nesta condição, não podia eu ter a noção do quanto. Peço perdão a todos os que sofreram um dia com a provavel insensatez e mesmice que de mim se apoderaram nos estados de paixão. Como são generosos os amigos...

Vamos a um exemplo prático. Minha amiga T. vivencia atualmente o auge de uma avassaladora paixão. Os apaixonados precisam falar. Sempre precisam falar. Abusam do direito de falar. Nada de extraordinário, se o assunto não girasse repetitivamente em torno de um único foco: o objeto da paixão. E, assim, tenho recebido diariamente vários telefonemas ou visitas de T., para me falar única e exclusivamente do seu "amor" (ela pensa que ama, mas eu suponho que todo esse alardeio não passa de uma alegórica paixão, com risco de durar a vida inteira se não transpuser o nível do imaginário e se tornar tangível imediatamente). Expõe a meus ouvidos as 1001 hipóteses para os porvires de sua paixão. Impõe a mim o sacrifício de ouvir até Roberto Carlos, canções dramáticas que se encaixam à situação amorosa em questão. Descreve-me, com minúcias de detalhes, todas as características do objeto amado. Já o conheço intimamente, e ele nem sabe. Mistura imaginário com real. E, no final, quando penso que a conversa vai se concluir, T. a retoma do ponto inicial e repete tudo outra vez. E quando ouso eu insinuar que a coisa está beirando as raias da obstinação, T. simplesmente lança aquele argumento definitivo de folhetim: "- Isto é amor !" E, quando vou tentar mudar o assunto, à primeira associação possível do assunto mudado com o objeto amado, volta tudo à estaca zero. E quando eu, exausta, apelo sutilmente para a sua lucidez, sou acusada de fria, amarga e insensível, como se sofresse eu de alguma doença por ausência de "pathos". Pois é... Não me resta outra escolha a não ser a de ouvir, resignada, os ecos de seus desejos incontidos.

Mas como são chatos esses apaixonados... Aqueles que são correspondidos, deveriam viver numa ilha deserta em sistema de antropofagismo mútuo. E os que não são, ou que não estão bem certos de serem, deveriam fazer uso aprofundado de muita meditação transcendental, para permanecerem mais silenciosos.

Ah, como são chatos e barulhentos os apaixonados...

 

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novembro 14, 2004 05:18 PM

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