A
Meraluz's Production

Vamos falar de vida !

Mas qual é mesmo a melhor maneira de falar dessa Senhora?

Ah, lembrei ! É VI-VENDO!



 

>

Rio de Janeiro



Procure por assunto:

Neste Blog Na Web

powered by FreeFind


16 - 15 - 14 - 13 - 12 - 11 - 10 - 09 - 08 - 07 - 06 - 05 - 04 - 03 - 02 - 01

:

- O Eterno Retorno de Nietzsche
- Sinfonia Natural
- Festa para os olhos
- E quando ouvir Lulu Santos...
- La Carte, s'il vous plaît!
- Van Gogh
- Citações e Excitações
- Natureza Viva
- Meu Querido Blog...
- Amores de Conveniência
- Pessoas Especiais Pessoas
- Cansada
- Segmentos do Tempo
- Tanto em Comum
- O que foi que aconteceu com a MPB?
- (Encontro entre parêntesis)
- SOS Rio!
- Shakespeare pra Bruninha
- Poemices de Glória Horta
- As Duas Formas de Amar
- Calem a boca, falsos amantes !
- Cenas de Infância e Livre Expressão
- Não Freud e não sai de cima
- E meu coração nunca mais foi o mesmo
- Biography
- Mulheres de Rubens e Liberdade dos Lipídios
- Monocromia Secreta de um Final de Ano
- Lemas e Dilemas
- "Não fique triste" uma banana!
- Questão de Lógica
- Não Temendo a Timidez
- Tudo bem, tudo legal!
- Tudo é relativo
- Tipo de Texto e Tipo de Leitor
- Mais que "mas"
- "Head Hunting"
- Para levar uma vida saudável
- Livrai-me da mediocridade!
- Isso é natural?
- Não quero mais falar de guerra
- Caminho de volta


email-me



- ALDEIA Nua
- Beira do Mar
- Bisbilhoteira de Plantão
- Bloco de Anotações
- Blog da Ruiva
- Blogando PESSOA (C.Alberto e Bia)
- Caderno de Sonhos
- Blog do Drummond
- Chez Nous
- Coisa de Louco
- Dias de Chuva
- Facetas Cariocas
- Lidos & Relidos
- Lord of Mad Lol
- Meu Blog não tem Nome Bacana
- Mundo Delirante
- Nada e Tudo
- No Espelho
- No Limite da Razão
- O Observador
- Palavras Tortas
- PARTES
- Pensamentos Imperfeitos(?), de Bia
- Sangrias
- Spaghetti alla Puttanesca
- Spark's Café
- Todos os Sentidos da Ana
- Travesseiro
- Tudo.É.Lindo.Indo.Além
- Umbigo do Sonho
- Vôos Bloguéticos
- W.Land
Zig Zag & Ando



Meu preferido, dentro da categoria:

Jesus, me chicoteia!

- Aldeia - Cesar Oliveira
- Essas Mulheres - Ivy Wyler
- Loganálise - Luiz César Ebraico, meu guru
- M.Lopes Design - Marcio Lopes
- Vôos - Ivy Wyler


Poema XXVII, in Poemas do Irremediável
- Paschoal Carlos Magno

Sei que a promessa não será cumprida,
à medida que teus passos se afastam,
sei que não voltarás à minha vida...

Se tivesse coragem de gritar
"Pára", talvez ainda me ouvirias
como ouço teu começo de viagem...

Mas não: dia a dia
devo assistir
a chegada consciente da distância...
---------------------------------------

Outro poema:

Oh, yes! - Charles Bukowski

there are worse things than
being alone
but it often takes decades
to realize this
and most often
when you do
it's too late
and there's nothing worse
than
too late.

 



Presente da Cacau para uma aquariana:

When the Moon is in the Seventh House
And Jupiter aligns with Mars
Then peace will guide the planets
And love will steer the wars
This is the dawning of the
Age of Aquarius
The Age of Aquarius
Aquarius!
Aquarius!



 



VISITE MINHA PAIXÃO:
Levanta, Rio!




free hit counter
desde out/2002



« novembro 2004 | Principal | janeiro 2005 »


dezembro 28, 2004 11:08 AM Pela volta da Aldeia Nua 

Criar é necessidade e toda criação pertence ao mundo, tal qual um filho. Este post é um protesto. Protesto, mil vezes protesto! Protesto pelo fim do Aldeia Nua.

Desconheço a razão que levou meu amigo Cesar a tirar seus textos do ar. Mas seja ela qual for, não justifica tão violenta castração. Não justifica deixar os leitores, que, felizes, consumiam o pão e o vinho de suas palavras, a padecerem de sede e fome. Que perversas e tiranas razões seriam essas que impedem o vento de ventar, o sol de brilhar, a chuva de chover e o poeta de criar? Que razões seriam essas que roubam a voz, a poesia, a ficção, a criação e o belo? Que impedem os olhares do mundo de contemplar esse tão sublime olhar sobre o mundo em forma de palavras? Não, eu não entendo. Eu respeito apenas o ir-e-vir natural dos humanos, mas sem o compromisso do entendimento.

Costumava ir até a "Aldeia" para me embrigar de palavras, e era feliz por isso. Fecharam-me as portas, e a "Aldeia" está vazia, devastada. Um deserto semântico. Uma lápide a selar um tesouro de letras enterradas vivas.

Enfim, eu protesto! Eu quero poder voltar à Aldeia e banhar-me em seu rio de palavras densas, poder deixar meus olhos novamente percorrer a relva de metáforas e hipérboles salvadoras, atravessar as cercas imaginárias que mal dividem as terras da ficção e da realidade. Afinal, a palavra é uma das mais belas e libertadoras formas de existência. Para quem lê e, sobretudo, para quem cria.

Pela volta do Aldeia Nua!


 

::: by
meraluz at dezembro 28, 2004 11:08 AM

|



dezembro 26, 2004 07:06 PM :-) 

sonhosss.jpg

 

::: by
meraluz at
dezembro 26, 2004 07:06 PM

|



dezembro 24, 2004 05:16 PM Então é Natal... 









----------------

Se seu navegador não estiver equipado com o Java Software, baixe-o aqui para visualizar o applet:
http://java.sun.com/webapps/getjava/BrowserRedirect?locale=en&host=www.java.com:80
----------------


Então, Feliz Natal, né? Mais uma vez, por todas as vezes... A palavra que meu coração grita hoje é: união! Porque nós, humanos, andamos muito dispersos...

Luz pra você, neste Natal!

 

::: by
meraluz at dezembro 24, 2004 05:16 PM

|



dezembro 6, 2004 08:38 PM Álgebra amorosa 

magritteimpossible.jpg

Estava ela às voltas com uma equação irresolvível. Sabia apenas que havia um único elemento não-incógnito: o fato de "não poder ser". É... Esta parte estava bem clara: "não podia ser". Sabia disto desde o começo, sempre soube. Mas o que fazer com os outros tantos x e y que se proliferavam a partir do coração? Com esses incógnitos e perigosos elementos? Como resolver essa torturante equação? Não podia ser, mas era inevitável impedir todo o resto que era antes mesmo do "não poder ser". A cada dia os elementos incógnitos do coração ganhavam vida própria e perpetravam as vísceras e a alma.

O que fazer com esses inúteis e soberanos sentimentos? - pensava. Onde colocá-los? Como processá-los? Como legitimá-los? Lugar para eles não havia no mundo. Uma grande loucura. Mas, certamente, haveria de existir alguma matemática possível. Impedir o fato seria um problema menor. É fácil impedir os fatos, na medida em que se cala a voz do desejo ou do amor. O mundo nada perceberia e, portanto, o salvo-conduto ficaria assegurado. Mas o que se faz com toda essa vida ao avesso? Por onde ela deve escapar? Não, não há escape imediato possível. E a compressão de tanta vida, por não caber nos recônditos secretos de um único ser, resulta em dor insuportável. Dor de ter de existir sem poder cumprir a própria existência. Ela já sabe que tudo nela vai doer. Vai doer muito. Mas sabe também que não vai morrer, para seu desassossego. Prepara-se. Caminha para a sua sentença, sem impedir o coração de desenhar seu curso a mão livre e invisível.

A única solução possível: Não pode ser. Mas pode ser por algum átimo do tempo. Dias, minutos, segundos que sejam. E, quem sabe, nesse átimo de tempo, não se consiga tocar a eternidade? Então, tendo-se sobrevivido, tudo terá valido a pena.

 

::: by
meraluz at
dezembro 6, 2004 08:38 PM

|

 


« novembro 2004 | Principal | janeiro 2005 »