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Meraluz's Production

Vamos falar de vida !

Mas qual é mesmo a melhor maneira de falar dessa Senhora?

Ah, lembrei ! É VI-VENDO!



 

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Poema XXVII, in Poemas do Irremediável
- Paschoal Carlos Magno

Sei que a promessa não será cumprida,
à medida que teus passos se afastam,
sei que não voltarás à minha vida...

Se tivesse coragem de gritar
"Pára", talvez ainda me ouvirias
como ouço teu começo de viagem...

Mas não: dia a dia
devo assistir
a chegada consciente da distância...
---------------------------------------

Outro poema:

Oh, yes! - Charles Bukowski

there are worse things than
being alone
but it often takes decades
to realize this
and most often
when you do
it's too late
and there's nothing worse
than
too late.

 



Presente da Cacau para uma aquariana:

When the Moon is in the Seventh House
And Jupiter aligns with Mars
Then peace will guide the planets
And love will steer the wars
This is the dawning of the
Age of Aquarius
The Age of Aquarius
Aquarius!
Aquarius!



 



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março 29, 2005 06:09 PM Metamorfose ambulante 

metamorphosis.jpg

Se alguém me perguntar para que servem hoje as experiências que tive, respondo sem hesitar: para nada! Ou melhor, para me convencer de que nenhuma experiência se repete. Como muito sabiamente assinalou Pedro Nava: "A experiência é um carro com os faróis voltados para trás." E, absolutamente, não me queixo por isto. Desta forma, posso ainda, depois de tudo, supreender-me com a alma em plena adolescência diante do inusitado, me desajeitar com o imprevisível, me deleitar com emoções inaugurais, coisas que não senti. Porque a vida é um hiato muito breve para nos permitir sentir e saber todas as coisas.

"Se hoje sou estrela, amanhã já se apagou; se hoje te odeio, amanhã lhe tenho amor..." Grande Raul... Como ele, prefiro ser mesmo esta metamorfose ambulante. Arquivo as experiências passadas num álbum de retratos. Elas servem apenas para ajudar a contar a parte realizada da minha história, talvez, mas nunca para interferir ou modificar os próximos capítulos - partes a realizar. O que pretendo dizer, afinal, é que cada emoção é única e virgem. Ou será que alguém já tentou ensaiar uma emoção ou reproduzir exatamente a mesma história? Impossível - pelo menos para mim. A vida é feita de infinitas possibilidades. É... eu sei que isto vai contra um post antigo meu sobre o Eterno Retorno de Nietzsche. Mas... eu mudei, ora bolas! :) Graças a Zeus!

Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante...

 

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meraluz at março 29, 2005 06:09 PM

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março 27, 2005 12:47 PM Relatório de um Domingo de PAZcoa! 

Não paro de consumir ovos coloridos. Chocolate, muito chocolate. Meu fígado reclama dizendo que os excessos não são bons. Não, este ano não houve daqueles tradicionais almoços em família. Nem em minha casa nem na casa alheia. Lembro sempre de minha inesquecível e adorável progenitora, quando penso nesses almoços. Mas, ao contrário de Cristo, ela não ressuscitou. Não aqui neste planeta, pelo menos. E nem faria sentido, já que no andar de cima deve estar protagonizando uma vida muito melhor, suponho. Oh, meu fígado realmente se ressente à overdose de chocolates! Melhor dar um tempo deles. Penso nas ressureições, nas renovações, na importância de se reinventar a vida a cada dia, para que ela não nos escape das mãos. Leio a seção Carta dos Leitores da Revista Veja e deparo-me com uma horda de inconformados pela edição passada, que louvava Paulo Coelho (capa) como um suposto deus universal da (sub)literatura. Santa mediocridade. Uma dessas cartas, em particular, valeu a leitura dessa revistinha tendenciosa (sic: é apenas minha opinião, por favor não me ameacem com processos, tal qual já ocorreu anteriormente neste blog). O dito leitor dizia assim:

"Curto e grosso: não tinha outro assunto de capa não, hein? A qualidade da literatura de Paulo Coelho é desproporcional ao destaque que ele recebe na mídia. É Coelho demais para o meu gosto. Terá sido a Páscoa o motivo?"
(risos)

Bom, prefiro voltar para a minha releitura de Cervantes, com seu Dom Quixote. Tem sido extremamente profícua a experiência de reler esta obra com um novo olhar. Talvez pegue um cineminha mais tarde. Eu sempre combino, mas geralmente acabo desistindo na hora H com uma desculpa que deixa a suposta companhia irritada. É que não me conformo com a ausência daqueles cinemas imponentes com cara de cinemas, que deram lugar a minúsculas salas de projeção. Finalmente, preciso acabar de distribuir o restante dos ovos de páscoa entre os respectivos destinatários.

Bem, seja lá qual for o espírito e a rotina de cada um neste domingo, tenham uma Feliz PAZcoa! Tentemos não perder a criança que existe em cada um de nós.

easter2.jpg


 

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março 27, 2005 12:47 PM

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março 25, 2005 11:20 AM Encontro (poeminha antigo) 

Perdoa, amor, as dores do mundo,
O massacre e a lama entre os homens.
Não era hora de tudo acontecer
Quando fui ao teu encontro.

Perdoa a realidade crua
A machucar nosso tempo.
Perdoa a Geografia menos verdejante
E a História mais sedenta de poder,
A falta de consciências,
A violência geral e o vazio das faces.
Não era hora de tudo acontecer
Quando fui ao teu encontro.

Perdoa a retórica destes dias,
Os temores recrudescidos,
Os desmandos e absurdos.
Perdoa a ausência de liberdade,
O trânsito engarrafado,
A maldição das urgências,
A neurose urbana,
A impureza do som
E a poluição dos ares.

A hora do nosso encontro
Deveria conhecer um mundo mais feliz,
Onde meus olhos te pudessem descobrir
Entre cores vivas e ar puro,
Onde os humanos tivessem
Música dentro de si
E risos mais freqüentes.

Perdoa também a mim,
Que não posso mudar os acontecimentos
Para te encontrar,
Mas,
Tão somente,
Acontecer entre eles.

 

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março 25, 2005 11:20 AM

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março 23, 2005 02:24 PM Cuidado com o cuidado 

Ando cansada de tomar cuidado. São tantos cuidados. "Cuidado com as unhas!"; "Cuidado com a pele!"; "Cuidado com o que as pessoas vão pensar; "Cuidado pra não tropeçar!"; "Cuidado para não se resfriar!"; "Cuidado para não se apaixonar!"; "Cuidado com o cuidado!"... Desde criança, tornei-me ín(ví)tima desta palavra. De tanto que ma repetiram, passei a repeti-la incessantemente em meus discursos internos. Mas será que eu quero mesmo viver tão protegida?

Eu queria não ter que prestar atenção em nada, não ter que fazer projeções, prognósticos, não ter de tomar tantos cuidados. Eu queria sentir livremente, sem tomar conta de mim, sem tomar conta dos outros. Eu queria me libertar de tanta vigilância e policiamento. Isso consome oxigênio e sufoca a respiração.

 

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março 23, 2005 02:24 PM

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março 21, 2005 02:42 PM A vida em duas sentenças 

A vida é bela!

E, quando não o é, é porque não é a vida em essência, mas a sua negação.

vidavida.jpg


 

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março 21, 2005 02:42 PM

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março 16, 2005 01:22 AM Errando o texto 

É... Em algumas vezes, a gente erra o texto. Em outras, o texto erra a gente. Quando o texto erra a gente, não é nossa culpa; culpe-se a vida, o destino, o tempo ou qualquer fenômeno externo a nós. Mas quando a gente erra o texto, aí é tudo de ruim. É algo assim como a dilaceração de uma mensagem que pretendeu acertar. É a frustraçao do verbo, a anti-expressão, um azul que desbotou, um atentado à comunicação, que, por sua vez, é um atentado ao que se pode chamar de encontro. E, no final, só nós resta a triste tarefa de admitir o erro. Isto corresponde a um desencontro.

Errar o texto é uma falha freqüente quando o pensamento não está organizado ou quando as sensações se confundem. Errar o texto significa que não detemos o controle momentâneo da nossa existência. Acontece muito quando há algum tipo de medo ou algum conflito interno presente. Ou, ainda, quando o possível receptor do nosso verbo não se encontra aberto e legível. É algo bastante comum entre os mortais.

Só que nenhuma dessas didáticas explicações minimizam o meu mal-estar ao errar um texto. Eu não gosto e não gosto e não gosto. Não gosto porque vivo de me pensar - pelo que pago preço alto -, vivo de previsibilidades, vivo de arquitetar estruturas e de me proteger contra o desconhecido. Assim, errar um texto significa me errar. E eu me errei. Paciência... Agora é tentar arrumar as palavras na próxima vez. Mas aí é a "próxima vez", e só Deus sabe o que, quando e com quem vai ser a próxima vez.

Ih! Não era nada disso que eu queria dizer. Errei o texto todo de novo.

 

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março 16, 2005 01:22 AM

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março 5, 2005 02:01 PM O tempo, esse implacável... 

Uma frase chamou minha atenção num livro que li há algum tempo atrás: "Por que o tempo é tão implacável, roubando-nos as oportunidades, se não somos suficientemente rápidos para agarrá-las?"

O tempo, esse maldito... Sempre roubando a cena. Sempre roubando-nos de nós mesmos. A frase soou como uma pancada e ecoa até hoje em cada um de meus movimentos, mas, principalmente, em cada ausência deles. Há mesmo esse "timing" nas acontecências que deve ser observado. Se nos precipitamos, corremos o risco de errar e assustar. Se demoramos demais, o tempo das realizações pode escapar, esfriando a vida e os desejos. Esse "feeling" para o tempo certo das coisas é um cabo de alta tensão no meio do escuro.

Quantas histórias ficaram perdidas ou deixaram de acontecer? Quantas mágicas não foram quebradas? Quanto se deixou de viver, de dizer, de ser? Tudo por causa dele, do tempo, esse maldito... Mas os humanos não aprendem, sobretudo os emocionalmente afetados. Ou avançam demais, tentando ultrapassar o tempo, ou procrastinam todos os gestos para não errá-los, e aí são ultrapassados por ele.

Por falar nisso, que dia é hoje? Que horas são? Será que já é hora? Será que já passou da hora? É tarde demais? Ainda é cedo?

Ocorreu-me agora um poema antigo que fiz num tempo em que respeitava a poesia e até ousava arriscá-la em folhas soltas de papel. Acho que ele ilustra bem essa idéia do "tempo exato". Terminava da seguinte maneira:

...
Dói desejo meu...
Dói a desejar
A possibilidade do encontro,
Que virá, ou não virá.
- Não importa.
Pois que o tempo do encontro
Chega sempre antes ou depois
Do tempo de desejar.

 

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março 5, 2005 02:01 PM

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março 1, 2005 08:37 PM Rio, EU TE AMO! 

maravilhosa.jpg

 

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março 1, 2005 08:37 PM

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